segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Setembro Amarelo

Estamos no sétimo dia do #setembroamarelo e eu gostaria de saber com quantas pessoas você já conversou hoje? A quantas pessoas você ofereceu uma palavra amiga e a escuta solidária? Quantas frases de incentivo já saíram de sua boca? Quantos pensamentos empáticos você já teve? Quantas vezes você e sua família já falaram sobre #saúdemental? O suicídio está longe de ser um problema da esfera particular do indivíduo e sim uma anomalia social, analisado, inclusive, por sociólogos importantes como Durkheim. É um problema de saúde pública e que vem atingindo mais e mais famílias, tão destruidor como qualquer doença. Neste ano, em especial, precisamos urgentemente falar sobre o tema. A crise econômica e o isolamento social provocados pela pandemia do coronavírus estão contribuindo para o aumento dos casos de suicídio em todo o mundo, entre as mais variadas faixa etárias. Além disso, temos aquelas pessoas que estão ainda lidando com as sequelas do próprio vírus - sejam os sobreviventes ou os parentes de quem sucumbiu ao Covid. Estamos em um momento de grande fragilidade emocional e precisamos, mais do que nunca, discutirmos a respeito de políticas públicas voltadas para a saúde mental. Especialistas já prevêem a quarta onda da pandemia, a qual seria um grande aumento de casos de depressão, ansiedade e outros transtornos de ordem psíquica. Portanto, os cuidados com o bem-estar mental devem ser redobrados, sempre com responsabilidade, amor e empatia com o próximo. Sair “curtindo” por aí sem máscara não é sinônimo de uma mente sã, muito pelo contrário - é sinômino de desespero e falta de caridade. Que possamos nos cuidar sem esquecer que somos parte de um todo e que a cura para todos os males vem através do amor, assim como Cristo nos ensinou.
Por: Nilma Cardoso

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