segunda-feira, 28 de maio de 2018

Poderíamos ser mais felizes?


Como as pessoas poderiam ser tão mais felizes se contassem até dez antes de explodir. Se o orgulho desse lugar a compreensão, que os desentendimentos dessem lugar as boas conversas, a corações que se limpam e expurgam todos os ressentimentos, mal-entendidos. Isso evitaria tantos traumas, tantas mágoas, tantas famílias se desfazendo. O que se vê muito hoje em dia é que a palavra de ordem é a intolerância. Pessoas adoecidas, cheias de razão, sem conseguir enxergar o outro, pessoas manipuladoras. Às vezes tenho um certo medo de onde nossa sociedade vai chegar com tanta desunião, uns querendo passar por cima dos outros, ninguém sabe se o que se ganha a princípio vale as consequências futuras, as pessoas nunca pensam em suas vidas no futuro, na lei do retorno. Eu acredito em tudo isso, e acho que nossa sociedade está toda adoecida e quem se percebe doente e procura uma ajuda ainda pode se livrar de doenças como depressão, ansiedade, síndromes do pânico, TOC e etc.
A situação é dramática e preocupante. Quantas pessoas precisarão cometer suicídios para que essas crises familiares, conjugais ou de saúde pública sejam vistas e que realmente os envolvidos procurem suas melhoras? Para que as pessoas saibam ceder, ouvir, dá um ombro amigo? Isso serviria para que o governo visse o problema dessas doenças citadas como um caso de saúde pública e desse importância e oferecesse tratamento a elas. 
Por: Nina Leiah

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