Se existe algo complicado na face
da terra, essa coisa são as relações humanas. Eu sempre me considerei uma
pessoa extremamente sensível apesar esconder por trás de uma carapaça dura e
forte. Isso explica um pouco aquela questão de quando adoecemos das ditas
doenças da “alma”, como ansiedade, síndrome do pânico, depressão, TOC etc.
Estou falando isso pois sou uma
pessoa que crio muitas expectativas sobre tudo em relação as pessoas da
família, aquelas pessoas que você cresce com sua mãe dizendo que irmãos tem que
ser unidos, se ajudarem, que o meu marido especificamente é um santo. Porém,
quebramos muito a cara. Não que nossa felicidade esteja nas mãos de ninguém,
mas eu acredito muito em reciprocidade e frustra muito quando você já é uma pessoa
com problemas emocionais e tenta dar o seu melhor todos os dias, enfrentando
aquele velho leão que nos acompanha todos os dias, e recebe em troca
ingratidão, pessoas que não se importam como vão lhe ferir, que como certas
atitudes delas podem ser um gatilho para uma nova crise, pois você está em um
momento sensibilizado. Isso não significa que você nunca mais vai se
fortalecer, apenas são aqueles momentos que você ainda se sente frágil e
precisa de apoio, amor. Cabe bem aquela frase: “se não pode ajudar não atrapalha”.
Só quem passa por esses mesmos
problemas é que sabe o quão dolorido é uma crise de ansiedade e depressão. Você
perde o chão, te falta o ar, sua autoestima fica abalada e fora quando todo o
emocional psicossomatiza e então você sofre duas vezes com as doenças da alma e
do corpo. É preciso ter consciência que se você não pode ajudar a pessoa
adoecida como o saudável da história, não piore a situação dele, sua vida, suas
pequenas conquistas diárias. Enquanto você fica se estressando com o “doente”
da situação, essa pessoa pode nunca mais ter uma vida normal, justamente por
falta de apoio da família, de amor, de compreessão e paciência. O amor salva!

O amor próprio é a mais importante forma de amar. 😉
ResponderExcluirVerdade. bjo
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